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Espécime apresentado no Congresso do México é de um extraterrestre, segundo ufólogo — Foto: Henry Romero/Reuters
Espécime apresentado no Congresso do México é de um extraterrestre, segundo ufólogo — Foto: Henry Romero/Reuters

Os cadáveres de supostos seres extraterrestres, que foram exibidos na Câmara dos Deputados do México, na terça-feira (12), durante debate em uma Assembleia Pública para Regulação de Fenômenos Aéreos Não Identificados, tem intrigado usuários das redes sociais.

Segundo informações dadas pelo ufólogo e jornalista Jaime Maussan, que fez a apresentação, os corpos teriam sido encontrados no Peru, na região das Linhas de Nazca, em 2015.

Embora só tenham sido mostradas na assembleia duas das criaturas, o jornalista afirma que foram encontrados cerca de 20 cadáveres de aproximadamente 60 centímetros.

Destes, pelo menos três possuíam ovos em seu interior — que seriam de supostas gestações anteriores à morte. “São seres não-humanos, que não são parte de nossa evolução terrestre e que, depois de desaparecer, não possuem uma evolução posterior”, disse Maussan.

Testes realizados nos espécimes que ufólogo afirma ser de extraterrestres apontam que eles teriam entre 700 e 1 mil anos de idade — Foto: Henry Romero/Reuters
Testes realizados nos espécimes que ufólogo afirma ser de extraterrestres apontam que eles teriam entre 700 e 1 mil anos de idade — Foto: Henry Romero/Reuters

 De acordo com ele, os restos foram alvo de estudo da UNAM (Universidade Nacional Autônoma do México), que, por meio da análise do carbono-14, teria identificado que os fósseis possuem algo em torno de mil anos de idade.

O ufólogo afirma que os cadáveres não foram encontrados em naves, mas sim sepultados. Segundo ele, o local do sepultamento foi fundamental para a preservação dos corpos, que permaneceram íntegros e dissecados.

“Possuem uma série de elementos que os fazem extraordinários”, afirmou durante a apresentação.

Em seu X, antigo Twitter, Maussan escreveu que um diretor do Instituto Científico para Saúde da Secretaria da Marinha do México disse que o DNA encontrado nos corpos não guardam relação com humanos. No entanto, ainda não há estudos mais avançados sobre os corpos e nenhuma conclusão oficial. 

A mídia local informou que a audiência teve como objetivo regular o fenômeno na Lei de Proteção do Espaço Aéreo, que tornaria o México o primeiro país do mundo a reconhecer a presença de alienígenas no planeta

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