Um homem natural de Tupã, identificado pelas iniciais P.M.C., condenado por estelionato, foi localizado em Portugal após investigação conduzida pela Delegacia de Investigações Gerais, a DIG de Tupã. Ele era alvo de mandado de prisão decorrente de condenação definitiva e, após ser detido em território português, foi extraditado ao Brasil.
De acordo com a Polícia Civil, o homem foi condenado pelo crime de estelionato, previsto no artigo 171 do Código Penal, com pena fixada em três anos e seis meses de reclusão. Segundo as investigações, ele teria cometido crimes em Tupã e em outras localidades.
Ainda conforme a DIG, P.M.C. deixou o Brasil antes do trânsito em julgado da sentença, em uma tentativa de evitar o cumprimento da pena. Após tomar conhecimento da ordem judicial, a equipe iniciou diligências para identificar o paradeiro do condenado.
O trabalho investigativo envolveu cruzamento de informações e cooperação entre órgãos nacionais e internacionais. A partir dos levantamentos, os policiais apuraram que o homem estava residindo em Portugal.
Depois da adoção das medidas legais e do cumprimento dos protocolos de cooperação internacional entre Brasil e Portugal, o condenado foi localizado, detido e extraditado para o Brasil.
Atualmente, P.M.C. cumpre a pena na Penitenciária de Presidente Venceslau, no interior de São Paulo.
Para a chefia da DIG de Tupã, o caso demonstra a importância da integração entre instituições de segurança pública para o cumprimento de decisões judiciais. “A fuga para outro país não impede a responsabilização criminal”, destacou a unidade, ao reforçar que o trabalho investigativo busca garantir a efetividade da Justiça e combater a impunidade.
*Estagiária Kamily Canola sob supervisão da jornalista Bruna de Pieri