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E se um único exame pudesse revelar informações genéticas relacionadas a diferentes aspectos da saúde feminina?

No Outubro Rosa, o LaborSP, em Tupã, chama atenção para uma abordagem que vai além da prevenção ao câncer de mama: conhecer melhor o próprio organismo, identificar predisposições e levar essas informações ao médico também pode fazer parte dos cuidados com a saúde da mulher.

Entre os exames disponíveis está o Labor Mulher, painel genético que analisa mais de 36 genes e fornece informações sobre diferentes características e predisposições relacionadas à saúde feminina.

O exame pode trazer dados ligados a condições como endometriose, miomas, síndrome dos ovários policísticos, fertilidade e menopausa, além de predisposições relacionadas a diabetes, osteoporose, trombose, doenças cardiovasculares e alguns tipos de câncer, como os de mama, ovário e pele.

E a análise não para por aí. O painel também avalia aspectos relacionados ao metabolismo, tendência ao ganho de peso e resposta à alimentação, possíveis respostas do organismo a determinados medicamentos, além de informações relacionadas à saúde óssea, inflamação, envelhecimento da pele e qualidade do sono.

Para Thaís Gomes, do LaborSP, o Outubro Rosa pode ser uma oportunidade para ampliar a forma como as mulheres enxergam a própria saúde.

“Quando a gente fala em Outubro Rosa, é muito comum pensar imediatamente no câncer de mama. E, claro, a prevenção e o diagnóstico precoce continuam sendo fundamentais. Mas acreditamos que esse também pode ser um momento para lembrar que a saúde da mulher precisa ser cuidada de forma integral e durante toda a vida”, explica.

O Labor Mulher não tem a finalidade de determinar se uma pessoa terá ou não determinada doença. As informações genéticas indicam características e predisposições que podem ser avaliadas pelo médico em conjunto com outros aspectos da saúde de cada paciente.

“A ideia não é esperar aparecer um problema para procurar ajuda. É conhecer melhor o próprio organismo e levar essas informações para o médico, que poderá avaliar cada caso individualmente e definir os cuidados necessários”, destaca Thaís.

DNA-HPV também auxilia no cuidado preventivo

Outro exame destacado pelo LaborSP é o DNA-HPV, teste molecular que identifica a presença do material genético do HPV.

Mesmo sem sintomas aparentes, alguns tipos do vírus podem provocar alterações celulares importantes e estão relacionados ao desenvolvimento do câncer do colo do útero. O exame permite identificar a presença do HPV e pode contribuir para uma avaliação mais precisa do risco relacionado à infecção.

Segundo o Ministério da Saúde, o novo teste molecular substituirá o exame citopatológico Papanicolau como exame primário de rastreamento. A orientação é conversar com o médico para entender qual acompanhamento é indicado em cada caso.

Além do Labor Mulher e do DNA-HPV, o LaborSP também trabalha com check-ups e exames hormonais, ampliando as possibilidades de acompanhamento da saúde feminina em diferentes fases da vida.

“Para nós, o Outubro Rosa é também um convite para a mulher olhar para si como um todo: prevenção, acompanhamento médico e informação. Porque cuidar da saúde da mulher vai muito além de cuidar apenas das mamas”, reforça Thaís Gomes.

A proposta é não deixar o cuidado para depois. Conhecer melhor o próprio organismo, manter o acompanhamento médico e buscar informações sobre a própria saúde são atitudes importantes ao longo de toda a vida.

Para mais informações sobre os exames e serviços do LaborSP, o atendimento é na Rua Coroados, 883, em Tupã (SP). O contato também pode ser feito pelo telefone 0800 800 1961 ou pelo Instagram @laborsp.

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