Imóveis fechados e disponíveis para venda ou locação na região central de Tupã começam a receber, nesta quarta-feira (16), aplicação de inseticida residual como parte de uma nova etapa do projeto BR-Aedes.
Nesta primeira fase, 222 imóveis serão atendidos pelas equipes da Subsecretaria de Endemias. O produto aplicado permanece ativo nas superfícies por até seis meses e é utilizado como mais uma ferramenta de controle do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika.
A estratégia é voltada especialmente para imóveis que permanecem desocupados e fechados por períodos prolongados. Para garantir o acesso das equipes, a ação contará com a colaboração das imobiliárias do município.
O projeto é realizado em Tupã pelo segundo ano consecutivo. Segundo o subsecretário de Endemias, Marco Antonio de Barros, os resultados obtidos na etapa anterior levaram à continuidade e ampliação da iniciativa em 2026.
A aplicação do inseticida integra as ações já realizadas no município, como visitas domiciliares, eliminação e bloqueio de criadouros, nebulização e trabalhos de orientação aos moradores.
Mesmo com as medidas realizadas pelo poder público, a prevenção dentro dos imóveis continua sendo fundamental. A recomendação é eliminar recipientes com água parada, manter caixas-d’água vedadas, limpar calhas e vistoriar regularmente quintais e áreas externas.
Em 2026, Tupã contabiliza 42 casos confirmados de dengue e seis de chikungunya. O cenário segue sendo acompanhado pelas equipes de Saúde e Endemias do município.
*Estagiária Kamily Canola sob supervisão da jornalista Bruna de Pieri