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Passou da hora de reconhecer que, de fato, os conhecimentos científicos e tecnológicos  adquiridos pelas Ciências, através de cientistas e professores de renomadas universidades de  todo o mundo, diariamente levam adiante projetos de pesquisa, que ao final de seus  cronogramas, trazem avanços científicos e tecnológicos que são incorporados aos  conhecimentos humanos.

Os resultados desses avanços científicos e tecnológicos são  facilmente perceptíveis por todos: mercadorias e serviços cada vez melhores, novos produtos e  serviços que são incorporados no dia-a-dia das pessoas em todo o mundo. Num primeiro  momento caríssimos e depois, com as economias de escala, mais acessíveis a todos.

Os avanços  são em todos os setores da vida humana: alimentação, educação, saúde, biologia, química,  física, comunicação, transportes, medicina, engenharias, odontologia, meteorologia,  arquitetura, energia, agricultura, indústria, entretenimento, cultura, artes, enfim, todos os  segmentos onde há a participação humana. Se assim não fosse, não estaríamos no patamar que  estamos no século XXI. Estaríamos no mundo das carroças, das questões litigiosas resolvidas a  bala. Ou não ? 

Pois bem. Fiz este preâmbulo para chegar no que interessa: avanços científicos e  tecnológicos têm custos e benefícios. Isto é, os benefícios bem sabemos. Contudo, os custos...  Bem os custos são óbvios: lixo, poluição, degradação ambiental, etc. A pergunta definitiva é, os  custos são menores ou maiores que benefícios ? A resposta correta é complexa e difícil. 

 Neste artigo, trago considerações a respeito da questão seríssima dos desastres  ambientais, cada vez mais frequentes, mais dramáticos, mais incontroláveis e custosos. Custos  de vidas humanas e bens materiais. Certamente que medidas preventivas e corretivas devem  ser feitas sem hesitação. Mas, sempre com orientações de cientistas que dedicam jornadas  diárias por todas suas vidas em estudar, pesquisar, testar, experimentar e chegar em conclusões  que beneficiam toda a humanidade.

É indiscutível que devemos buscar sempre orientações de  especialistas que viabilizam os avanços científicos. Nunca de propagadores de informações, de  curiosos e pseudocientistas. Somente ouvir aqueles que diariamente, estudam, pesquisam,  testam, experimentam e chegam em conclusões, depois as submetem aos seus pares  pesquisadores do mundo, observando os protocolos científicos e depois viabilizam os avanços  científicos e tecnológicos.  

Por tudo isso, chega de dar ouvidos aos que acreditam que a Terra é plana, que não há  desastres ambientais, que vacinas não devem ser ministradas, que remédios caseiros são  suficientes e que negam as Ciências.  

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Roberto Kawasaki

Roberto Kawasaki é economista pela FEAUSP, Professor dos cursos de Administração, Sistemas de Informação, Arquitetura e Urbanismo, Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Engenharia de Produção da FACCAT, articulista do Jornal Diário e do TupaCity.com

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